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15 de ago. de 2013

Me dá mais? Negão...

09/08/2013 ás 21:30 (Caridade)
Nos encontramos por uma feliz coincidência, conversamos  e  resolvemos  dar  uma  volta. Na  trajetória passamos  por  uma  porteira,  parando  com  a  moto no  meio  de uma  estrada  de  terra batida.  Sua  voz excitada.  O negão  tem  pegada.  Abaixou  a calça,  me  fazendo  cair  de  joelhos em  sua  rola.  Mamava  com  gosto,  engolindo  até  as  bolas.  Aos  gemidos  pronunciou: "Você  sabe  mesmo,  mamar  em  um cacete". O  cheiro  de  sua  pele  exalava  no  ar,  com  um  leve  toque  de  perfume. Meu  pau   estava  melado e  duro de  prazer,  ao  senti-lo. Os  movimentos dos  meus  lábios  foram  ficando  cada  vez  mais  intensos,  levando  ele  a um êxtase  de  prazer.  Um  cacete  suculento.  Segurando  em meus  braços,  me  levantou.  Conduzindo  meus  movimentos e  virou  de  costas. Arredou  minha  calcinha,  e  a  seco  colocou  apenas  a  cabecinha.  Meu  cu  piscava,  sugando  seu  cacete  para  dentro. Gravou  as  mãos  em  minha  cintura,  enterrando  cada  centímetro  de  puro  vigor  ereto. "Mete  gostoso, me  fode,  enterra  tudo,  assim  vai,  acaba  com  meu  rabo,  caralho,  mais  forte,  mete".  Sempre  seguindo  meus  comandos.  Sentindo  pele  a  pele, seu  cacete  deslizava  em  meu  rabo. Aos  gemidos, levemente  olhei  para  trás,  pedindo:  -Goza  na  minha  boca?.  Meu cu  estava  quente pegando  fogo. Bruscamente  e  com  poucas  palavras,  tirou  seu  cacete  para  fora  e  gritou:  -Vou  gozar!.  Cai  de  boca  naquele  instante, sentindo  seu  pau  jorrar  porra  em  minha  garganta. Que  delicia,  que  porra  saborosa!
Me  dá  mais?
Nota: 8 (Adoro  sentir  seu  corpo  sobre  o  meu)
Poderia  demorar  mais  um  pouquinho  para  gozar,  gosto  quando  você  me  deixa  com  o rabo  ardendo.

Sobre as postagens: Tudo que Faço uso Camisinha. Apenas não posto este Detalhe para não tirar o ''Libido'' dos meus Leitores.


14 de ago. de 2013

O Taxista

14/08/2013 ás 15:30
Tímido e de poucas palavras, ao me ver ficou sem graça sentindo-se um pouco retraído. Durante o trajeto, iniciei uma conversa, para deixa-lo mais a vontade. Desinibido-se, iniciou uma serie de perguntas e curiosidades. Era um dia frio e chuvoso. Chegando no local, no meio de um canavial, me despi olhando em seus olhos. Sua rola já estava dura e latejando. Olhei e não resisti, cai de boca. A cada movimento dos meus lábios em seu caralho, ouvia uma sincronia de gemidos. "Hum Gabi, que gostoso, Hum estou sentindo cócegas, Que delicia, Como você sabe mamar em um pau, Que cócegas gostosas, Continua vai". Em alguns momentos ele gemia: "Ai, Hum, Ui", em outros Uivava. Seus gemidos me fascinavam. Os movimentos dos meus lábios foram ficando mais intensos. Em uma overdose de prazer, loucamente seu caralho jorrava porra em meu rosto, que delicia!
 Nota: 7 (Palavras que nunca serão esquecidas: Que delicia estou sentindo cócegas)


8 de ago. de 2013

Pirocão da sorte

08/08/2013 ás 21:30  (1 Cliente,  Descalvado-São Paulo)
Simpático e educado, marcamos um encontro e resolvemos fazer um programa. Em uma estrada de terra batida paramos o carro, iniciando uma conversa qualquer. Me despi olhando em seus olhos. Com suas mãos leves e suaves pegou em meus seios apertando levemente, me deixando excitada. Calmo e cauteloso, segurou em meus cabelos e me beijou. Que boca maravilhosa. Abaixei minha calcinha e deixei suas mãos conduzirem meu corpo. Aos beijos, coloquei seu cacete para fora.
 -Porra que caralho grande, onde você pensa que vai enfiar isso?
 - No seu cu, no meu que não é! 
Um homem dominador, conduzia meus movimentos. Me ajoelhei, e comecei a mamar aquela rola grande e grossa, mal cabia em minha boca. Mamava com gosto. Segurou em meus braços, me levantou e me virou de costas. Vagarosamente deslizava sua rola em meu rabinho apertadinho. Cuspiu em seu caralho e cautelosamente colocou a cabecinha na portinha do meu cu. Meu rabo piscava, sugando seu caralho para dentro. Devagar comecei a rebolar para meu cu laciar, pois estava me machucando. Com um jeito de menina levada, olhei em seus olhos e fale: "Me fode vai, que pau gostoso! Me fode delicia assim, mais forte vai!". De dominador, acabou sendo dominado, seguindo meus comandos. "Me fode, acaba com meu rabo delicia!" Suas bombadas foram ficando mais intensas me levando ao um êxtase de prazer. Aos poucos suas respiração ficou ofegante, suas pernas tremulas. Meu cu piscava naquele momento em que seu pau jorrava porra dentro de mim! Meu rabinho parecia uma couve-flor, que arrombo que ele fez.
Nota: 10  (Arrebentou  as  pregas do  meu  rabo)

4 de ago. de 2013

O Montador de móveis

 03/08/2013 ás 10:00
Fantasias  Ocultas
Acordei excitada, iniciando uma masturbação. Poucos minutos depois a campainha me toca. Era um montador de móveis. Ao vê-lo meu pau pulou para fora da calcinha, me deixando sem graça. Com poucas palavras, mostrei o serviço que deveria ser realizado. Acendi um cigarro olhando em seus olhos e iniciamos uma conversa qualquer. Analisando sua postura de homem, fiquei excitada. Naquele momento várias fantasias se passavam em minha cabeça.

Olhando em seus olhos, vagarosamente me abaixei, desabotoando sua calça jeans. Com uma de minhas mãos comecei a toca-lo e a acaricia-lo. Seu pau estava duro, latejando. Colocando para fora da cueca preta, caindo de boca naquele caralho, engolindo até o talo. Aos gemidos, deslizava minha linguá em sua virilha, estava excitada. Seu cheiro exalava no ar, iniciei uma masturbação, mamando em seu cacete. Bruscamente me tomou pelos braços, me virou de costas, me jogando contra a parede, arredou minha calcinha, cuspiu em meu rabo, colocando apenas a cabecinha. Pele com pele, meu cu piscava, mordendo seu caralho,. Estava no auge de um orgasmo sentindo o cheiro de sua pele morena em contado com meu corpo. "Me fode, gostoso vai, me come delicia, assim enterra tudo". Suas pernas ficaram tremulas e as minhas também. Aos gemidos, entramos juntos num poderoso orgasmo. Meu pau jorrava porra no chão da sala, enquanto sentia seu cacete jorrando porra dentro de mim!. 

Algumas horas depois, terminando o serviço, sem jeito nos despedimos. Logo em seguida abaixei meu short, iniciando uma masturbação. Pensando naquele homem possuindo meu corpo, me desejando, gozando em minha boca, me tando porra na cara, foram algumas bombadas com as mãos e logo em seguida meu pau jorrava porra em minha barriga. Que delicia!

29 de jul. de 2013

Canta comigo, vai!

29/07/2013 aproximadamente  ás  09:00

Musica: Pelados em Santos 
Compositor:  Mamonas assassinas

Minha Brasília amarela
Tá de portas abertas,
Pra mode a gente se amar,
Pelados em Santos.

Voltando  para  Rio Claro, em  uma  Brasília  amarela  ao  estilo  da  musica  "Pelados  em  santos",  chegando  em  sua  humilde  residência, logo  me  despi,  com  uma  leve  Fisionomia   de garota levada.
Fomos  para  o  quarto,  iniciamos  com um  69.  Meu  pau  latejava, queria  comer  um  cu! Coloquei  ele  de  quatro  na  beirada da cama,  passei  um  Lubrificante em  seu  rabinho  apenas  para  amortecer  a  pressão. Vagarosamente  coloquei  cada  centímetro  em  seu  rabo  guloso,  que  delicia,  seu  cu  mordia  meu  cacete. Foram  varias  bombadas  e  algumas  palavras:
Ele: Que  gostoso!
Eu: Morde  uma  pau  vai,  pisca  esse  rabo  gostoso, Vai?
Sempre  obedecendo  aos  meus  comandos.
Ele: Você não  vai  gozar
Eu: Sim,  mas  deixa  eu  comer  um  pouquinho  mais!
Ele  não  se  aguentou  e  logo  caiu  na  gargalhada. 
Tirei  meu  cacete de  seu  rabo,  iniciando  uma  masturbação  diante  de  seus  olhos. Foram  várias  bombadas  com  a  mão  para  conseguir  entrar ao  auge  de  um  orgasmo. Logo  meu  corpo  ficou  tremulo, quase  sem  forças,  meu  pau  jorrava  porra  em  sua  boca. A puta  safada,  engoliu  até  o  talo me  fazendo  perder os sentidos,  e  logo  cai  na  cama.  Olhando em  seus  olhos, falei:  -Porra  o  que  foi  isso?!  Caralho  estou  até  sem  ar!.  E ali  me  mantive  por  alguns minutos,  para  recomeçarmos   novamente! 
Nota: 10 (Uma  engolida  sem  comentários,  meu  pau  agradece!)



17 de jul. de 2013

Recordações que nunca serão esquecidas. (Meu Primeiro Programa)

Aos meus 15 anos de idade (Primeiro Programa)
Em Porto Ferreira-São Paulo, aos meus 15 anos de idade, desempregada e necessitada de dinheiro, acabei entrando na vida da Prostituição. Recordações que nunca serão esquecidas.
Conduzida por uma "Amiga", saímos para conversar, sem ao menos saber o que iria acontecer naquela noite. Chegando no local, fui apresentada, pela primeira vez, a um ponto de prostituição. A principio, não era nada do que eu esperava, recebi as primeiras orientações, vindas de minha "Amiga": chupeta R$ 10, sexo R$ 20, motel R$ 50 reais (Sexo apenas com camisinha). Indignada e inconformada com a situação e os valores, me calei.
Lá estava, em uma esquina fria e sombria "sozinha". Uma caminhonete parou e fui atender o cliente, sem jeito e sem postura de uma mulher (na época, ainda era um "moleque de saia").
- Sim, pois não?
- Vamos fazer um programa?
- Sim!
- Quanto?
- São 50 reais no carro! (eu sabia que deveria ter cobrado R$ 20, mas achei muito pouco e cobrei R$ 50 mesmo)
- Entra!
No meio do caminho, me perguntou:
- Você tem camisinha?
sem graça respondi:
- Não moço, nunca fiz programa, nem sei colocar uma camisinha!
Educadamente ele falou que estava tudo bem e que iria comprar. Compramos a camisinha e fomos para o local de minha preferencia.
Chegando no local, ele abaixou sua calça, e com minhas mãos comecei a toca-lo, me abaixei e comecei a mamar em seu cacete, seu pau era simplesmente nojento. Me tomou, em seus braços, me colocando de bruços no banco do carro, arredou minha calcinha para o lado, cuspindo em meu rabo. Vagarosamente introduziu seu pênis em meu ânus, me fazendo sentir muita dor e incomodo. Naquele momento, queria gritar e chorar, mas ali fiquei por alguns minutos, até sentir aquele Velho e Gordo se estrebuchando e gozando dentro de mim.
Me vesti e sem pronunciar uma palavra, entrei no carro, recebi o valor combinado. Ao descer do carro, sentei no chão e comecei a chorar. Naquele momento sentia nojo de mim mesma, raiva, ódio, nunca pensei que um dia aquilo poderia acontecer comigo.
Cabisbaixa voltei para casa limpando as marcas deixadas em meu corpo e as lágrimas que ainda caiam do meu rosto. Apesar de tudo eu decidi meu destino, não iria desistir, não antes de conseguir uma boa grana e ter oportunidades melhores.